Secos & Molhados
Banda / grupo · São Paulo · BR · 1971–hoje
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3 no totalCifra simples: letra e acordes.Sincronizada: acompanha a gravação; precisão variável.Modo interativo: notas no instrumento.
Discografia
6 lançamentos · 3 de 94 faixas com cifra
Secos & Molhados
- Sangue latino
- O vira
- O patrão nosso de cada dia
- Amor
- Primavera nos dentes
- Assim assado
- Mulher barriguda
- El rey
- Rosa de Hiroshima
- Prece cósmica
- Rondo do capitão
- As andorinhas
- Fala
- Tercer Mundo
- Flores Astrais
- O Patrão Nosso de Cada Dia
- Medo Mulato
- Oh! Mulher Infiel
- Vôo
- Angústia
- O Hierofante
- Caixinha de Música Do João
- Doce E o Amargo
- Preto Velho
- Delírio…
- Toada & Rock & Mambo & Tango & Etc
- Quantas canções é preciso cantar
- Roído de amor
- Meu coração não pode parar
- Sem as plumas, numas
- Homenzarrão
- Pão, João
- Muitas pessoas
- Você faz amor engraçado
- Pelos dois cantos da boca
- Aja
- Contudo
- Vira safado
Ao vivo no Maracanãzinho
- As andorinhas
- Rosa de Hiroshima
- Instrumental
- Mulher barriguda
- Primavera nos dentes
- El Rey
- Toada & Rock & Mambo & Tango etc
- Fala
- Assim assado
- Instrumental II
- O vira
Que fim levaram todas as flores ?
- Que fim levaram todas as flores ?
- Lindeza
- De mim pra você
- Minha namorada
- Anônimo brasileiro
- Última lágrima
- Insatisfação
- Oh! Canção vulgar
- Como eu, como tu
- Quadro negro
- Cobra coral indiana
A Volta do Gato Preto
- Sem rei, nem Rock
- Habitante da Guiné
- Sangue de barata
- Eu amo dizer que te amo
- Aquém-mar
- Armadilhas com vodu
- Eu estou fugindo de casa
- Sonho de valsa: dancei
- Estrábico-democrático
- Aventurar
Teatro?
- Tom de Dó
- Teatro?
- O soldado e o anjo
- Bola de Berlim
- Fios de tempo
- Zanzibar
- Sida
- Puta
- Rosinha, a vermelha
- SMGBL
- Louca de pedra
- Sacaneou animal
- Dura aquilo que passar pelo tempo que durar
Memória Velha
- Os portugueses deixam a língua nos trópicos
- Foi só amor
- Tom de dó
- Cantilena
- Romântico vício de mel
- Dura aquilo que passar pelo tempo que durar
- Sangue de barata
- Sem Rey, nem Rock
- Eu amo dizer te amo
- Aventurar
- Sonho de valsa: dancei
História
O Secos & Molhados surgiu na década de 1970 em São Paulo, destacando-se pela mistura inovadora de rock, MPB e ritmos brasileiros com apresentações visuais extravagantes. A formação clássica, composta por João Ricardo, Ney Matogrosso e Gérson Conrad, tornou-se um fenômeno nacional antes de se separar em 1974 devido a conflitos financeiros.
Criado em 1970 por João Ricardo, cujo nome foi inspirado por uma placa vista em Ubatuba, o grupo passou por algumas mudanças iniciais de integrantes até consolidar sua formação clássica com a entrada de Ney Matogrosso e Gérson Conrad. O som único da banda combinava influências do glam rock, rock progressivo e balé com poesias consagradas e críticas à Ditadura Militar. Esse estilo ousado, aliado ao uso marcante de maquiagens e figurinos extravagantes, chamou a atenção das gravadoras e do público.
O álbum de estreia lançado em 1973 foi um sucesso estrondoso, vendendo mais de um milhão de cópias e projetando o grupo em todo o país com faixas marcantes como Sangue Latino e O Vira. As apresentações ao vivo atraíam multidões recordistas, como no memorável concerto no Maracanãzinho em 1974. No entanto, desentendimentos financeiros resultaram no fim dessa icônica formação ainda em 1974, após o lançamento do segundo disco de estúdio.
Após a separação, os integrantes seguiram caminhos distintos na música, com Ney Matogrosso construindo uma sólida carreira solo a partir de 1975. João Ricardo manteve os direitos do nome e deu continuidade ao projeto em diferentes fases ao longo das décadas seguintes, lançando novos álbuns e trabalhando com variadas formações. O legado do grupo permanece forte, sendo considerado uma referência fundamental na transição da música brasileira rumo ao rock e um dos maiores fenômenos da cultura do país.